Robótica e cobots

Integramos robôs industriais e colaborativos nas linhas que já tem, para tirar da equipa o trabalho repetitivo, pesado ou perigoso. Começamos por perceber se compensa. Se não compensar, dizemos.

Para quando há postos que ninguém quer, e turnos que custam a preencher.

O que automatizamos na sua linha

Não reinventamos a sua produção; tiramos-lhe de cima as tarefas repetitivas, pesadas ou perigosas. Estas são as aplicações mais comuns numa PME.

Pick-and-place

Pegar, posicionar e transferir peças entre postos, ao ritmo da linha e sem fadiga.

Paletização

Empilhar caixas e produto acabado em palete, com padrões que mudam conforme a referência.

Alimentação de máquinas

Carregar e descarregar CNC, prensas ou injetoras sem prender um operador ao equipamento.

Embalagem e fim de linha

Agrupar, encaixotar e preparar expedição na parte da linha que costuma criar filas.

Inspeção com visão

Visão artificial para verificar peças e apanhar defeitos antes de seguirem para o cliente.

Células à medida

Quando não há solução de prateleira, desenhamos a célula à volta do seu processo.

Entrada Robô Saída
Uma célula típica: a peça chega, o robô pega e coloca, a palete forma-se do lado de lá. O desenho concreto depende da sua linha, do produto e do espaço disponível, e é isso que o estudo de viabilidade determina.

Do estudo ao arranque

Uma célula que funciona não é um robô comprado; é o processo desenhado à volta dele. Trabalhamos em quatro fases.

  1. 01

    Estudo de viabilidade

    Vamos ao chão de fábrica medir o ciclo, os tempos e os volumes, e devolvemos números: que posto, que ganho e a que custo.

  2. 02

    Desenho da célula

    Escolhemos robô, garra e layout à volta do processo que já tem, com a segurança pensada desde o início.

  3. 03

    Programação e integração

    Programamos as trajetórias e ligamos o robô às máquinas e ao resto da operação.

  4. 04

    Arranque e formação

    Acompanhamos o arranque em produção e deixamos a sua equipa capaz de operar e ajustar.

Perguntas sobre robótica

O que as PME costumam perguntar antes de pôr um robô na linha.

Um robô compensa numa empresa do meu tamanho?

Depende do volume e da repetição, não do tamanho da empresa. Um posto com ciclo repetitivo e turnos cheios costuma compensar mesmo em séries pequenas; um trabalho que muda todos os dias raramente compensa. É a primeira coisa que avaliamos no estudo de viabilidade. Se as contas não derem, dizemos.

Vou ter de mudar a minha linha de produção?

Normalmente não. Desenhamos a célula à volta do processo que já tem, e só propomos mexer no layout quando é isso que está a limitar o resultado. O objetivo é acrescentar capacidade ao que existe, não obrigá-lo a recomeçar.

E a segurança de quem trabalha ao lado do robô?

É parte do desenho, não um acabamento. Consoante a aplicação, isso pode significar um cobot com forças limitadas a trabalhar junto a pessoas ou uma célula com proteções e paragem segura. A avaliação de riscos é feita antes de programar, e a solução é dimensionada a partir dela.

Depois de instalado, ficamos dependentes de vocês?

Não é essa a ideia. Deixamos a sua equipa a saber operar a célula, trocar referências e fazer os ajustes do dia a dia, com a documentação do que foi feito. Ficamos disponíveis para o que for evolução ou avaria, mas o funcionamento normal não deve precisar de nós.

Tem trabalho repetitivo na produção?

Uma conversa curta para perceber se um robô compensa no seu caso, onde entraria primeiro e o que mudava na linha.