Pick-and-place
Pegar, posicionar e transferir peças entre postos, ao ritmo da linha e sem fadiga.
Integramos robôs industriais e colaborativos nas linhas que já tem, para tirar da equipa o trabalho repetitivo, pesado ou perigoso. Começamos por perceber se compensa. Se não compensar, dizemos.
Para quando há postos que ninguém quer, e turnos que custam a preencher.
Não reinventamos a sua produção; tiramos-lhe de cima as tarefas repetitivas, pesadas ou perigosas. Estas são as aplicações mais comuns numa PME.
Pegar, posicionar e transferir peças entre postos, ao ritmo da linha e sem fadiga.
Empilhar caixas e produto acabado em palete, com padrões que mudam conforme a referência.
Carregar e descarregar CNC, prensas ou injetoras sem prender um operador ao equipamento.
Agrupar, encaixotar e preparar expedição na parte da linha que costuma criar filas.
Visão artificial para verificar peças e apanhar defeitos antes de seguirem para o cliente.
Quando não há solução de prateleira, desenhamos a célula à volta do seu processo.
Uma célula que funciona não é um robô comprado; é o processo desenhado à volta dele. Trabalhamos em quatro fases.
Vamos ao chão de fábrica medir o ciclo, os tempos e os volumes, e devolvemos números: que posto, que ganho e a que custo.
Escolhemos robô, garra e layout à volta do processo que já tem, com a segurança pensada desde o início.
Programamos as trajetórias e ligamos o robô às máquinas e ao resto da operação.
Acompanhamos o arranque em produção e deixamos a sua equipa capaz de operar e ajustar.
O que as PME costumam perguntar antes de pôr um robô na linha.
Depende do volume e da repetição, não do tamanho da empresa. Um posto com ciclo repetitivo e turnos cheios costuma compensar mesmo em séries pequenas; um trabalho que muda todos os dias raramente compensa. É a primeira coisa que avaliamos no estudo de viabilidade. Se as contas não derem, dizemos.
Normalmente não. Desenhamos a célula à volta do processo que já tem, e só propomos mexer no layout quando é isso que está a limitar o resultado. O objetivo é acrescentar capacidade ao que existe, não obrigá-lo a recomeçar.
É parte do desenho, não um acabamento. Consoante a aplicação, isso pode significar um cobot com forças limitadas a trabalhar junto a pessoas ou uma célula com proteções e paragem segura. A avaliação de riscos é feita antes de programar, e a solução é dimensionada a partir dela.
Não é essa a ideia. Deixamos a sua equipa a saber operar a célula, trocar referências e fazer os ajustes do dia a dia, com a documentação do que foi feito. Ficamos disponíveis para o que for evolução ou avaria, mas o funcionamento normal não deve precisar de nós.
Uma conversa curta para perceber se um robô compensa no seu caso, onde entraria primeiro e o que mudava na linha.